Apolo Quiboloy

MANILA, Filipinas – O painel do Senado sobre mulheres ordenou na terça-feira a prisão do líder religioso Apollo Quiboloy depois que ele contornou um inquérito da Câmara sobre seus supostos crimes.

Durante a audiência de terça-feira no Senado, a senadora Risa Hontiveros começou a citar Quiboloy por desacato e exigiu um mandado de prisão para o polêmico líder do culto.

A ação de Hontiveros não foi nenhuma surpresa, já que ela já havia emitido um aviso severo a Quiboloy: participe da investigação ou seja preso.

O Senado emitiu duas intimações ao autoproclamado “Filho Nomeado de Deus” para obrigá-lo a comparecer a julgamento.

No entanto, ambas as ordens foram ignoradas por Quiboloy, que já havia admitido estar escondido devido a ameaças à sua vida.

Em fevereiro, Quiboloy alegou que os Estados Unidos estavam conspirando com o governo filipino para eliminá-lo.

Quiboloy agora afirma que a Agência Central de Inteligência, o FBI, a Embaixada dos EUA e o Departamento de Estado dos EUA estão trabalhando com o presidente Ferdinand “Bongbong” Marcos Jr. e a primeira-dama Liza Marcos para realizar a “libertação dele”.

A liberação, segundo Quiboloy, significa que os policiais que fizeram a prisão podem “entrar” a qualquer momento. [his] misture e rasgue [him]”

Mas Quiboloy disse que se trata “não apenas de gastar, mas de eliminar”. Ele até afirmou que, se possível, os policiais que o prenderam o “assassinariam”.


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