FOTO DO ARQUIVO: A Polícia Nacional das Filipinas (PNP) afirma que não conseguiu interceptar informações que indicassem ameaças à vida do líder da seita do Reino de Jesus Cristo (KJC) e suposto agressor sexual, Apollo Quiboloy. ARQUIVOS DE PERGUNTAS

MANILA, Filipinas – A Polícia Nacional das Filipinas (PNP) disse que não interceptou informações que indicassem uma ameaça à vida do líder da seita Reino de Jesus Cristo (KJC) e suposto agressor sexual, Apollo Quiboloy.

Quiboloy alegou que conspirou para matá-lo, razão pela qual se escondeu, e uma intimação foi emitida contra ele para comparecer perante um inquérito do Senado sobre os supostos crimes dele e de KJC contra mulheres e crianças.

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“Mas se o pastor Quiboloy tiver substância no que diz, estamos prontos para lhe fornecer a proteção adequada a seu pedido. Mas isso se aplica a todos, tanto aos funcionários do governo quanto aos cidadãos comuns”, disse o porta-voz do PNP, coronel Jean Fajardo, em entrevista coletiva.

Em um comunicado de áudio divulgado na quarta-feira, Quiboloy acusou o governo dos Estados Unidos de orquestrar um plano de assassinato contra ele. Segundo ele, o suposto plano envolveria assassinos invadindo sua propriedade, sequestrando-o e, por fim, assassinando-o.

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Ele também implicou o presidente Ferdinand Marcos Jr. em uma conspiração para assassinar, alegando que Marcos conspirou com os EUA para realizá-lo.

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No entanto, as reivindicações de Quiboloy surgiram mais tarde na quarta-feira, depois de o Senado ter emitido uma segunda intimação instando-o a comparecer a uma audiência da Comissão sobre Mulheres, Crianças, Relações Domésticas e Igualdade de Género, presidida pela Senadora Risa Hotniveros.

A primeira intimação contra Quiboloy foi emitida pelo Senado na segunda-feira, 19 de fevereiro. Ambas as convocações foram assinadas pelo presidente do Senado, Juan Miguel Zubiri.


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